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NVIDIA Vera Rubin NVL72 chega à produção: 10x mais eficiência energética para IA em escala

Manu Ramalho
Manu Ramalho

21 de julho de 2026

A NVIDIA anunciou que a plataforma Vera Rubin NVL72 entrou em fase de produção e já roda em parceiros como CoreWeave, Google Cloud, Microsoft Azure e Oracle.

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NVIDIA Vera Rubin NVL72 chega à produção: 10x mais eficiência energética para IA em escala

A NVIDIA acaba de colocar em produção a plataforma Vera Rubin NVL72, sua nova aposta para reduzir o custo por token e contornar o maior pesadelo dos data centers de IA: o consumo de energia. Os primeiros testes com parceiros como CoreWeave, Google Cloud, Microsoft Azure e Oracle mostram um salto de 10x no throughput por megawatt comparado ao Grace Blackwell NVL72 — uma métrica que, na prática, significa mais inferência pelo mesmo watt.

O que torna a NVIDIA Vera Rubin NVL72 tão eficiente?

O segredo está no design integrado da plataforma. Ao conectar 72 GPUs em uma única topologia de memória e computação, a NVIDIA elimina gargalos de comunicação e reduz a latência no treinamento de modelos massivos. Com a arquitetura Vera Rubin, cada watt é convertido em mais operações matemáticas por segundo, o que derruba diretamente o custo por token gerado — seja para inferência ou fine-tuning. A empresa destaca que a eficiência energética se tornou o fator limitante para a expansão de fábricas de IA, e a nova plataforma foi desenhada para maximizar o desempenho por megawatt.

Por que a eficiência energética é o novo campo de batalha na IA?

Data centers de IA já consomem o equivalente a pequenas cidades. Com a demanda por modelos cada vez maiores, o custo da eletricidade e as restrições de fornecimento estão freando a capacidade de escalar. Ao oferecer 10x mais throughput por megawatt, a Vera Rubin permite que operadores como CoreWeave e Microsoft Azure dobrem a capacidade computacional sem precisar expandir a infraestrutura elétrica — ou cortem a conta de luz pela metade para manter o mesmo volume de requisições. Isso é particularmente crítico em regiões onde o acesso à energia é limitado ou caro.

Quem já está rodando a Vera Rubin NVL72?

Além do Google Cloud e Oracle, a CoreWeave — especializada em cloud para IA — já implementou a plataforma em seus clusters. A Microsoft, que vem turbinando sua infraestrutura de IA com parceiros como a AMD, também figura na lista de adotantes iniciais. A expectativa é que a disponibilidade comercial ampla ocorra ao longo do próximo trimestre, com os primeiros workloads de clientes começando a migrar ainda neste semestre.

Perguntas Frequentes sobre a Vera Rubin NVL72

Quando a Vera Rubin estará disponível para empresas comuns?

A plataforma já está em produção e sendo utilizada por grandes provedores de nuvem. A expectativa é que a oferta comercial ampliada chegue ao mercado no terceiro trimestre de 2025, com reservas abertas para parceiros.

Quais workloads se beneficiam mais do ganho de 10x por megawatt?

Modelos de linguagem de grande escala, sistemas de recomendação e aplicações de visão computacional que exigem inferência contínua — cenários onde o consumo energético é o principal gargalo de custo.

Como a Vera Rubin se compara ao Grace Blackwell em termos de custo por token?

O aumento de 10x no throughput por megawatt significa que, para uma mesma conta de energia, a Vera Rubin pode gerar até 10 vezes mais tokens, reduzindo drasticamente o custo por inferência. Para fábricas de IA com restrições de energia, isso representa uma economia real imediata.

Leia o anúncio oficial no blog da NVIDIA e confira como outras empresas estão otimizando seus data centers, como a Microsoft que turbina Azure com AMD Helios e EPYC.

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Manu Ramalho

Escrito por

Manu Ramalho

Sou Manu Ramalho, publicitária com 15 anos de estrada conectando marcas e pessoas. Como fundadora da EME Marketing Digital, sempre busquei o marketing estratégico para gerar conexões autênticas. Aqui, mergulho na fronteira da inteligência artificial como analista de tendências. Meu foco é traduzir a complexidade de NLP, novos modelos de linguagem e papers acadêmicos para o mundo real, sempre com um olhar atento à regulamentação, ética e aos impactos sociais que essa tecnologia imprime na nossa sociedade.

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